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Edge Computing: complementando a cloud computing

Você já parou para pensar que o armazenamento em cloud computing pode ficar sobrecarregado daqui a alguns anos? É aí que entra o conceito de edge computing e ele será fundamental para algumas empresas em um breve futuro.

Portanto, separe alguns minutinhos para entender os principais pontos sobre esse tema e quais são as vantagens dessa ferramenta para os negócios.

O que é edge computing?

Bom, para que você entenda o que é edge computing, é preciso compreender as previsões que os especialistas estão fazendo a respeito do futuro da cloud computing.

E se existe uma palavra-chave para esse entendimento, ela se chama IoT (Internet of Things).

O crescimento da Internet das Coisas tem sido uma das maiores contribuintes para o aumento da chamada computação de borda.

Afinal, quanto mais temos dispositivos conectados à internet, maior é a quantidade de dados trafegados na nuvem, o que pode causar latência e atrasos, principalmente em relação a grandes empresas e indústrias.

Aliás, de acordo com uma previsão da Gartner, até 2020, 95% dos eletrônicos darão suporte à tecnologia IoT, que, atualmente, é centralizado na nuvem. Então, como essa nuvem comportará esse crescimento expressivo de dispositivos conectados a ela?

Nesse sentido, surge o edge computing, também conhecido como frog computing ou computação de borda. Trata-se da rede de dispositivos que abrange qualquer produto que esteja conectado – desde drones, carros autônomos, relógios a geladeiras conectadas. Ou seja, está diretamente ligado à IoT.

No modelo de edge computing, tira-se a capacidade computacional da nuvem e leva-se para as bordas (os dispositivos) ou, ainda, para os limites do local da aplicação ou do cliente. Portanto, ela pode ser um componente estratégico de TI nas empresas, complementando a computação em nuvem.

Por que a edge computing complementa a cloud computing?

Bom, como vimos, o conceito da edge computing surgiu para que se possa atender ao desafio do processamento de dado nesses dispositivos IoT (chamados de “bordas”) de maneira rápida e garantindo a segurança dos dados.

E é justamente aí que ocorre a complementação com a cloud computing. Atualmente, todas as informações são enviadas para a nuvem, onde lá são realizadas análises, cálculos e inúmeras outras tarefas. A edge computing (computação de borda) surge para complementar a cloud ao agilizar esse fluxo, não sobrecarregando-a.

Na prática, com o edge computing as informações vão antes de tudo para um gateway – uma máquina intermediária para a interligação das redes – e, em seguida, vão para a cloud.

Esse gateway ficaria mais perto da borda da rede, do limite ou do perímetro, otimizando ao máximo a conexão e aumentando o tempo de resposta.

Simples de se entender, não é mesmo?

Sem edge computing, todos os equipamentos da empresa que estão conectados enviam as informações coletadas diretamente para a nuvem. Mas com a computação de borda, é possível cortar caminho e já levar as informações plenamente consolidadas, já processadas. Como resultado, a cloud computing fica liberada para um uso mais adequado, sem sobrecarregá-la.

Vamos a um exemplo prático: um sensor de câmara fria. Com um equipamento de computação de borda, é possível que se programe esse sensor para enviar informações para a nuvem apenas em algum caso específico – uma anormalidade, por exemplo.

Com esse processamento especializado na edge computing, o próprio equipamento filtra e identifica quais dados serão enviados e armazenados em cloud computing, diminuindo o trabalho da mesma, que não precisa mais processar tudo. Isso vai te permitir o investimento em novos equipamentos IoT sem sobrecarregar essa forma de armazenamento – como já vimos aqui neste post, a cloud computing é segura.

Bom, tudo isso nos leva a concluir que a cloud computing continuará sendo fundamental para os negócios, mas a edge computing pode ser um grande aliado para não sobrecarregá-la.

As vantagens da edge computing

A edge computing já vem sendo utilizada em diversos setores empresariais, como o de assistência médica, de TI, de telecomunicações e de manufatura, evitando falhas e atrasos na rede.

Eis alguns benefícios importantes dessa ferramenta:

  • Economia nos custos de soluções IoT: a edge computing permite que se realize a análise e o processamento de dados nas bordas, próximo à fonte, o que reduz significativamente a quantidade de fluxo de dados sem sobrecarregar a nuvem.
  • Integração entre os equipamentos da empresa: a computação de borda também permite que haja uma conexão entre os equipamentos novos e antigos à nuvem, o que simplifica a integração desses equipamentos à IoT.
  • Aumenta a velocidade do processamento: outro benefício é que se diminui a transferência dos dados, e, antes de chegar à nuvem, diminui o tempo de resposta do processamento das informações.
  • Aumenta o Compliance e a Segurança dos dados: a edge computing facilita o cumprimento de determinados requisitos de compliance e segurança – aliás, requisitos que podem restringir alguns negócios de aderirem à cloud computing.
  • Operação sem disrupção: com a computação de borda, os equipamentos inteligentes podem operar com eficiência mesmo em dias de internet mais lenta, o que não prejudica a produtividade e a performance.

Interessante, não é mesmo? Mas aqui vai uma dica: tal como ocorre com todas as ferramentas tecnológicas de rápida evolução, é preciso que haja uma criteriosa avaliação dos processos e do ambiente de TI da empresa, para que se confirme a necessidade real do investimento em edge computing.

Para isso, é fundamental que você conte com uma empresa de tecnologia especializada e que tenha renome no mercado, para que ela seja capaz de oferecer uma completa avaliação e fornecimento de soluções especializadas para o seu negócio.

Nesse caso, você pode contar com a expertise da Indyxa, cuja equipe tem um extenso portfólio de criação de estratégia para empresas de variados segmentos e tamanhos. Clique aqui para conversar com a nossa equipe.

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Até a próxima!