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Infraestrutura de TI na saúde: top 5 problemas que precisam ser resolvidos

Hospitais, clínicas médicas e odontológicas, consultórios, laboratórios de exames e análises, seguradoras, empresas de planos de saúde – todo o mercado que envolve esse segmento pode enfrentar alguns desafios no quesito infraestrutura de TI na saúde.

Afinal, a tecnologia deixou de ser apenas um departamento pequeno e separado dos demais setores e passou a ser estratégico para o pleno funcionamento e até para a segurança de colaboradores e clientes. 

Toda e qualquer infraestrutura de TI na saúde precisa ser pensada e estruturada com a missão de garantir que todos os sistemas estejam disponíveis, atualizados, com desempenho e garantindo a proteção dos dados dos clientes – lembre-se que os dados de saúde são considerados como dados sensíveis, de acordo com a LGPD, que entra em vigor em 2020 no Brasil.

Portanto, separamos a seguir uma lista com 5 problemas que precisam ser solucionados para garantir uma boa infraestrutura de TI na saúde:

Problema 1: servidores desatualizados

Um dos principais problemas da infraestrutura de TI na saúde, principalmente se o negócio já está há muitos anos no mercado, é a desatualização do parque tecnológico do servidor de banco de dados.

E as consequências disso são percebidas na rotina de todos os setores: 

  • procedimentos lentos e falhos;
  • paradas no sistema;
  • necessidade de retrabalho;
  • falta de controle dos recursos internos e externos;
  • falta de integração entre as áreas;
  • muita burocracia para procedimentos simples;
  • abertura de brechas na segurança dos dados. 

A solução para esse problema é a migração de dados para um novo sistema, mais atual e seguro. Para isso, é necessário uma equipe especializada no mapeamento de todo o cenário da empresa de saúde, além da documentação das rotinas para realizar as novas instalações com base em testes de acordo com as reais necessidades. 

Saiba mais: como a Indyxa resolveu o problema de servidores desatualizados na Santa Casa de Misericórdia de Mococa (SP). 

Problema 2: falhas na segurança dos dados

Outro problema que está no topo da infraestrutura de TI na saúde é em relação à segurança dos dados. 

Falta de uma gestão de backup, hardwares e softwares com sistemas de segurança defasados, falta de controle sobre quem acessa determinados arquivos, instabilidade no servidor, brechas que possibilitam invasões e sequestro de dados… A lista é grande e as consequências maiores ainda.

A segurança dos dados da infraestrutura de TI na saúde precisa estar estruturada em três importantes pilares:

  1. Disponibilidade;
  2. Integridade;
  3. Confidencialidade.

Na prática, é preciso que uma equipe especializada avalie o atual cenário da infraestrutura de TI na saúde para levantar todas as falhas e brechas na segurança do sistema. Soluções de monitoramento de riscos e também de armazenamento de informações na nuvem podem ser algumas boas opções para garantir um backup seguro e dados armazenados de acordo com as mais altas políticas de segurança.

E por falar nisso, lembre-se que em agosto de 2020 entra em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que impactará diretamente o setor de saúde, já que ele lida diariamente com milhares de dados sensíveis de clientes. 

Entenda aqui detalhes sobre como a LGPD impactará a área da saúde. 

Problema 3: falta de integração entre os sistemas 

A falta de integração entre os sistemas de informação das empresas de saúde é outro dos principais problemas enfrentados.

Muito tempo para encontrar fichas, histórico dos clientes, burocracia para agendamentos, falta de integração com receitas e exames prescritos, informações desencontradas e desatualizadas em alguns sistemas, clientes que não conseguem acessar seus dados atualizados no aplicativo oferecido pela empresa, etc. 

Esses são alguns exemplos de consequências que a falta de integração pode gerar em uma empresa de saúde, principalmente as que lidam com diversas filiais e negócios complementares (por exemplo, um hospital que também possui laboratórios de exames e consultórios). 

Na prática, é preciso estruturar um sistema de integração e de gestão que seja prático, intuitivo e simples de ser acessado, garantindo níveis de acesso de acordo com as funções de cada colaborador.

Problema 4: pontos cegos nas redes da infraestrutura de TI na saúde

Pontos cegos são aquelas áreas em que a TI não possui visibilidade total sobre o que está acontecendo. Esse é um problema que pode ser comum em fusões entre sistemas, já que essa tarefa leva tempo para ser consolidada, e, nesse percurso, pode comprometer a transmissão dos dados.

"Mas então é isso? Aguardar e esperar?", você pode se perguntar. Não! Para evitar pontos cegos na infraestrutura de TI na saúde é preciso investir na chamada arquitetura de visibilidade. 

Na prática, essa arquitetura de visibilidade ajuda a analisar toda a rede e elencar todos os dados que precisam ser coletados, monitorados e transferidos com segurança para novas ferramentas, adicionando serviços de broker e taps na rede para essa filtragem. 

Problema 5: muito trabalho e poucos colaboradores no setor de TI

Por fim, eis um problema comum na infraestrutura de TI na saúde: alta (e complexa) demanda e poucos colaboradores e especialistas na empresa. 

E as consequências podem ser baixa produtividade, gastos além do orçado e até mesmo a diminuição da qualidade do trabalho, já que com tantas tarefas, fica difícil focar em projetos específicos que vão de encontro ao core business. 

A solução adotada pelo mercado de saúde vem sendo o investimento em outsourcing, como foi o caso da Unimed Manaus, por exemplo. Aliás, esta é uma das principais tendência dos mercado de tecnologia.

Terceirizar determinados serviços para empresas especializadas traz grandes vantagens financeiras para o empreendimento de saúde, já que a equipe interna consegue otimizar o tempo e focar em tarefas mais específicas para o crescimento do negócio. 

Você pode investir em outsourcing tanto para tarefas mais técnicas (como a manutenção dos servidores e do banco de dados, por exemplo) quanto para a criação e o desenvolvimento de projetos específicos (como projetos de migração de dados), garantindo atendimento e suporte de qualidade. 

Aliás, outra demanda que o outsourcing pode suprir é o de monitoramento ativo 24x7, garantindo que o empreendimento de saúde esteja devidamente amparado e seguro 24 horas por dia. 

E então, quais desses 5 problemas você tem enfrentado na infraestrutura de TI na saúde? Em todos eles existem soluções, como dissemos ao longo do artigo. 

Nesse caso, vale a pena conhecer todas as soluções oferecidas pela equipe da Indyxa. Entre em contato conosco para ajudarmos você a identificar os gargalos na infraestrutura de TI da empresa em que você atua e como resolvê-los.

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