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Saiba tudo sobre a regulamentação do profissional de TI

A regulamentação do profissional de TI é um assunto debatido entre profissionais da área, associações, empresas e sindicatos em geral. Em 2015, para você ter ideia, o segmento de Tecnologia da Informação e Comunicação movimentou mais de R$ 530 bilhões no País. Isso representa 9% do Produto Interno Bruto (PIB).

Além disso, são mais de 1,2 milhão de pessoas que atuam no setor de TI. Desses, 450 mil trabalham diretamente com Tecnologia de Informação. Os outros, cerca de 750 mil, têm empregos em instituições financeiras, hospitalares, varejistas e indústrias em geral. E o que isso demonstra? Que todas as áreas dependem da tecnologia para ampliar e melhorar seus processos.

No entanto, como está o mercado para o profissional de TI, o que diz a regulamentação, quais são as vantagens e desvantagens da lei? Essas são algumas questões que vamos responder neste artigo. Acompanhe!

Como está o mercado para o profissional de TI?

É comum você ver por aí clientes que querem serviços de boa qualidade com um valor abaixo do mercado. Assim, também, como há profissionais que se submetem a aceitar esse tipo de trabalho e remuneração. Por outro lado, também há clientes mais exigentes e que querem pessoas realmente capacitadas e que não são encontradas em qualquer lugar.

Quando pensamos no mercado de trabalho, vemos que todas as áreas requerem bons profissionais de TI. São especialistas em dados, sistemas para Internet, redes, entre outros. No entanto, há muitos empresários no País com dificuldades em encontrar pessoas qualificadas para o serviço.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação é preciso expandir as políticas estudantis para aumentar a mão de obra qualificada na área de TI no Brasil. Em relação ao mercado de trabalho, há no país 845 mil empregos no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, a maioria das oportunidades (42,9%) está concentrada em São Paulo.

A demanda anual por novos talentos projetada entre 2019 e 2024 está em 70 mil profissionais. No entanto, apenas 46 mil pessoas se formam no Ensino Superior e tem o perfil necessário para atender a essas vagas. Do total de graduados, o principal curso finalizado é o de Análise de Desenvolvimento de Sistemas com 32% de formados. 

Sistemas de Informação é o segundo colocado (20%), seguido pela Ciência da Computação (19%), Gestão de Tecnologia de Informação (11%), Redes e Internet (8%), e Engenharia da Computação (5%). Os 5% restantes são as graduações de Banco de Dados e Engenharia de Telecomunicações.

O que diz a regulamentação do profissional de TI?

A proposta é a lei 607/2007 do Senado Federal. Segundo o documento, quem possui diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas poderão exercer a profissão de analista de sistemas no País. O mesmo vale para quem é graduado por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação brasileira.

Os profissionais que não têm formação, mas que conseguirem comprovar que exercem a função de Analistas de Sistemas por cinco anos podem requerer o registro profissional nos Conselhos Regionais de Informática. Em relação ao Técnico de Informática, poderão exercer a profissão quem: 

  • Possuir curso técnico de informática ou de programação de computadores, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;
  • Ter certificações na área de TI;
  •  Conseguir provar que exerceu a função de técnico de informática por quatro anos e ter o registro no Conselho Regional de Informática.

Isso significa que após a lei entrar em vigor, você profissional de TI, deverá ter o diploma de graduação na área relacionada ou o registro no Conselho Regional de Informática.

Quais as vantagens e desvantagens da regulamentação?

Vantagens

  •  Melhoria nos serviços prestados para as empresas;
  •  Valorização do profissional de TI em relação ao salário;
  •  Uniformidade dos profissionais de TI;
  •  Garantia dos direitos dos profissionais;
  • Direitos e deveres bem definidos.

Desvantagens

  • Diminuição dos profissionais no mercado;
  • Prejuízo para as empresas que buscam profissionais de informática;
  • Falta de informação na lei sobre as áreas do ramo da informática;
  • Despesas com Conselhos de Informática.

Agora que você conhece a regulamentação do profissional de TI e está mais informado sobre o assunto, é importante continuar acompanhando as novas leis que surgem por aí para se preparar para as mudanças do mercado.

Após ler o nosso post, queremos saber: você é contra ou a favor da regulamentação do profissional de TI? Deixe sua opinião em nosso artigo!

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